sub som

Lançamentos de Outubro!

Posted in álbum, música by Gabriel Paiva on 30 setembro, 2008

Em 6 Outubro, será lançado o novo álbum do Oasis, “Dig Out Your Soul”. O novo álbum dos inglesinhos chatos já teve um single lançado, “The Shock of The Lightning”, e sai pela Big Brother Records, selo da própria banda.

Também tem os novos trabalhos do Deerhoof, Sarah McLachlan, ao vivo do Police, Michelle Williams, Los Campesinos!, Kaiser Chiefs, Queen + Paul Rodgers, Sixpence None The Richer (saquinho, né?), AC/DC (mais uma banda anciã retornando, ROCK’N’ROLL), Ludacris, Matisyahu (Shattered, um EP), Ludacris, Bloc Party (o Intimacy já teve seu lançamento online em 21 de Agosto), Deerhunter, Pink e Snow Patrol.

Quanto a mim, espero com ansiedade pelos novos do Of Montréal, Keane (sim, eu gosto) e, pasmem, The Cure!

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ENTREVISTA: Cansei de Ser Sexy

Posted in álbum, entrevista by Felipe Leal on 1 agosto, 2008

O que começou como um projeto “despretensioso” se tornou algo inacreditavelmente grande. Saído de São Paulo, o Cansei de Ser Sexy ganhou imensa projeção na mídia internacional e hoje integra grandes festivais em países como Espanha, Inglaterra e Estados Unidos, onde está baseado. Apesar das saudades, a banda está com a agenda lotada e adianta que só toca no Brasil este ano no caso de uma “proposta inacreditável”, mostrando que o multiinstrumentista e produtor Adriano Cintra e suas companheiras de banda estão muito bem, obrigado.

Em entrevista por telefone ao Subsom, a guitarrista e baterista Luiza Sá contou os detalhes da gravação do segundo álbum da banda, “Donkey”, falou um pouco da trajetória do CSS e aproveitou para dizer que Johnny Lydon, ex-vocalista do lendário grupo Sex Pistols, é um “idiota”. Indo na carona do Radiohead, a banda paulistana disponibiliza gratuitamente e na íntegra seu segundo trabalho no site do selo Trama. Aos interessados, a gravadora manterá o disco no ar pelos próximos três meses.

Como foram as gravações do novo álbum?

Quando entramos no estúdio já tínhamos escrito todas as coisas, aí foi mais gravar mesmo. O primeiro disco foi feito no fundo da casa do Adri (Adriano Cintra, baterista, guitarrista, baixista e produtor da banda) e da Carol (Carolina Parra, guitarrista e uma das bateristas), numa salinha, uma espécie de vinícola, e no “Donkey” tivemos a oportunidade de usar o estúdio da Trama, que é incrível. Ninguém encheu nosso saco pra nada, a gente fez tudo de forma organizada. Para mim foi um aprendizado, porque usei um monte de instrumento que nunca tinha usado, guitarra diferente, amplificadores diferentes, e tudo num processo com uma vibração boa. Fizemos as coisas do nosso jeito e ninguém ficou em cima.

Quais as principais diferenças entre o Donkey e o primeiro CD de vocês?

O primeiro disco foi metade feito no computador e metade em estúdio, foi meio feito como demo mesmo e a gente nunca esperava fazer tantas tours com ele. Nesse segundo, estivemos preocupados em ser o mais próximo possível do que somos ao vivo, do que a gente é como banda e a gente se tornou mais banda depois que começamos fazer tours. O Adriano produziu tudo e a mixagem é do Spike Stente, que já trabalhou com o Massive Attack, Madonna, Gwen Stefani e Björk.

Pelas faixas do disco, dá para ver que vocês amadureceram. Está mais bem produzido, as guitarras ganharam mais peso…

Passamos por muita coisa e não teve nem como a gente não amadurecer. Falo que esse disco é mais pessoal e mais sério que o primeiro disco, que era completamente despretensioso.

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John Lydon agride vocalista do Bloc Party em festival na Espanha

Posted in música by Guilherme Sorgine on 22 julho, 2008

Parte do amadurecimento de um fã de música pop passa, invariavelmente, pela tomada de consciência de que os seus ídolos podem ser idiotas. Lembro quando aconteceu comigo: um amigo conseguiu entrar no camarim do Bad Religion, pós-show no Rio, e viu o Greg Greffin, o vocalista, detonando uma carreira de cocaína. Eu era novo, bem novo, mas já sabia que as drogas faziam parte do universo do rock and roll. Mas aquele era o melhor letrista do hardcore desde o Jello Biafra, o cara que olhava para os Estados Unido de dentro e ria; em suma, o cara que eu queria ser.

Faz parte do próprio fenômeno, essa confusão entre personalidade e obra artística. Até que você se depara, sei lá, com um Johnny Ramone dando apoio ao Bush, um Morrissey sendo acusado de xenofobia. Ou um Greg Graffin cheirando cocaína. E aí não é que se vá deixar de gostar de Smiths ou de Ramones (ou de Bad Religion). Mas dá uma ponta de decepção, saber que aquele cara, que se acreditava ter a chave para os problemas do mundo ou da alma, pode ser tão medíocre quanto você. Às vezes até pior.

Digo isso após a briga entre John Lydon, do Sex Pistols, e Kele Okereke, do Bloc Party, no festival Summercase, na Espanha, no último fim de semana. Segundo o “Guardian”, a coisa rolou assim: Bloc Party e Sex Pistols estavam escalados para tocar na sexta-feira, primeiro dia do evento. No backstage, Kele foi perguntar a Lydon se o P.I.L, seu projeto pós-Sex Pistols do qual era fã, também haveria de realizar uma reunião. Em resposta, e sem motivo aparente (sempre segundo o “Guardian), o vocalista do Sex Pistols e sua crew iniciaram uma série de agressões, proferindo insultos racistas contra Kele, que é negro.

“Seu problema é sua atitude de preto”, teria dito um dos amigos de Lydon.

Kele e as pessoas que tentaram protegê-lo, incluindo membros do Foals e do Kaiser Chiefs, teriam sido agredidos pela equipe dos Pistols, até que a segurança do evento e a Polícia espanhola chegaram e acabaram com a baderna.

Comentário de Kele Okereke sobre o incidente:

Não é uma questão de ter sido fisicamente agredido, embora tenha sido uma agressão gratuita. É o fato de a questão da minha raça ter vindo a tona tão rapidamente. Uma pessoa respeitada e inteligente como Lydon deveria agir de outra forma ao lidar com isso, ou socializar com pessoas de atitude tão estreita. Estou desapontado que alguém que eu tinha em um patamar tão elevado tenha se revelado dessa maneira.

Como eu dizia. Idiotas.

Bloc Party vai fazer dois shows no Brasil este ano

Posted in show by Bruno Boghossian on 16 julho, 2008

Bloc Party / DivulgaçãoA MTV Brasil confirmou hoje que a banda Bloc Party vai ser uma das atrações da edição deste ano do VMB – premiação anual organizada pela emissora, que acontece no dia 2 de outubro. O grupo inglês também se apresenta em São Paulo no festival Planeta Terra, marcado para o dia 8 de novembro.

É a primeira vez que o quarteto se apresenta no país, depois de muita especulação em anos anteriores. Os brasileiros só poderão acompanhar a apresentação da MTV pela televisão, já que o VMB é um evento restrito para convidados, mas terão a chance de assistir à performance da banda no Planeta Terra, que até agora confirmou também os escoceses do Jesus and Mary Chain.

O Bloc Party prepara o lançamento de seu terceiro álbum, ainda sem título, que deve chegar às lojas ainda este ano. Há pouco mais de uma semana, o grupo divulgou um dos singles do novo disco e lançou seu videoclipe. “Mercury” deixa de lado as guitarras e traz um som marcado por sintetizadores e por um toque eletrônico.

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Bloc Party revela nova música e lança videoclipe

Posted in single, videoclipe by Bruno Boghossian on 7 julho, 2008

No fim das contas, a contagem regressiva que o Bloc Party colocou na página principal de seu site não foi sem motivo. Muitos fãs ficaram revoltados quando o contador chegou a zero e passou a revelar apenas um link para uma apresentação da banda em um programa da rádio BBC.

Quem teve paciência para escutar a emissão teve a grata surpresa de descobrir o single “Mercury”, que deve fazer parte do terceiro álbum do grupo inglês. De quebra, a banda ainda aproveitou para lançar o videoclipe da canção.

“Mercury” abusa muito mais dos sintetizadores e de toques eletrônicos do que as faixas dos álbuns anteriores da banda, que tinham a presença mais marcante das guitarras.

No videoclipe – muito bem-humorado, por sinal – a banda atravessa o oceano para fazer uma crítica política aos Estados Unidos e aos governantes do país. Vemos a chegada à Casa Branca de uma criatura híbrida (com cabeça de touro e mão de lagosta) criada e controlada por macacos. Os animais provocam guerras por bananas e nem o Brasil fica a salvo.

Se alguém estiver disposto a gastar algumas libras, vale avisar que um kit especial de “Mercury” em vinil e CD está em pré-venda no site oficial da banda pelo preço equivalente a US$ 15,80. Além do single original, o disco traz uma versão estendida, três remixes (incluindo um do CSS) e a canção “Idea for a Story” como lado B.

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Contagem regressiva de Bloc Party decepciona fãs

Posted in música by Guilherme Sorgine on 7 julho, 2008

Como postado aqui ontem pelo Bruno, o Bloc Party havia causado um pequeno frenesi ao colocar uma misteriosa contagem regressiva em seu site oficial. Pois bem, o “mistério”, revelado na manhã de hoje, nada mais era que uma apresentação da banda em um programa da BBC.

Pouco, muito pouco, para quem esperava por músicas inéditas ou notícias sobre o novo disco do grupo. Ao invés disso, zerada a contagem, o relógio desapareceu, dando lugar a um link para o programa do radialista Zane Lowe, na BBC Radio 1, no qual será realizado o tal show.

Ao que parece, os fãs, revoltados com a brincadeira de péssimo gosto, bombardearam a BBC com emails metendo o pau na banda.

Para quem quiser conferir, o show rola às 16h30 de hoje, no site da Radio 1.

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Bloc Party faz mistério na web

Posted in álbum by Bruno Boghossian on 6 julho, 2008

Contagem regressiva no site oficial da banda pode indicar lançamento de novo single

Site oficial do Bloc Party / Reprodução

Fãs da banda inglesa Bloc Party ficaram surpresos ao ver que o site oficial dos músicos foi substituído por um cronômetro em contagem regressiva na página principal. O celebrado grupo indie rock/post-punk não revelou o que o contador significa, mas sites e revistas britânicos especulam que a banda pode disponibilizar um single de seu novo álbum na Internet. A contagem termina amanhã, dia 7 de julho, às 7 horas da manhã, no horário de Brasília.

Depois de “Silent Alarm” (2005) e “A Weekend in the City” (2007), o Bloc Party trabalha na gravação do terceiro álbum com os produtores Paul Epworth (que trabalhou no primeiro álbum da banda) e Jacknife Lee (que produziu o segundo). Graças a essa união de forças, a banda contou que o novo disco seria tão cru quanto “Silent Alarm” e com a experiência de “A Weekend in the City”.

Apesar dos sinais, integrantes do grupo deram informações desencontradas sobre o andamento dos trabalhos em entrevistas recentes. O baterista Matt Tong disse que eles ainda estão “na fase inicial” e o vocalista Kele Okereke indicou que o álbum só seria lançado em 2009, mas o guitarrista Russell Lissack disse que o disco deveria sair ainda este ano.

Por causa da indefinição, os fãs mais céticos acham que a contagem regressiva indica apenas o lançamento de um novo website. Outros dizem que, como o contador chega a zero no dia 7 de julho, a ação poderia ser uma homenagem aos atentados terroristas de 2005, em Londres.

Improvável que alguém não consiga esperar mais algumas horas pra saber o que é esse graaande mistério da humanidade.