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Posted in música, videoclipe by Bruno Boghossian on 17 setembro, 2010

A popularização do mashup em meados dos anos 2000 pode ter ofuscado o remix e ter deixado de lado quem usava sample de um ou dois hits para compor faixas inéditas, mas os artistas do copia-e-cola ainda mostram que podem ser muito criativos e que têm música boa pra oferecer.

Descobri outro dia essa dupla batizada de Chiddy Bang – dois caras de 19 anos da Filadélfia que resolveram fazer um pouco de hip hop misturado com aqueles chicletes do eletropop que você não aguenta mais escutar em festa nenhuma. Acredite: eles conseguiram ressuscitar essas faixas e criaram um som bem divertido.

Chiddy Bang – ‘Truth’ (sample de ‘Better things’ – Passion Pit)

Chiddy Bang – ‘The opposite of adults’ (sample de ‘Kids’ – MGMT)

A primeira faixa tem um clipe sensacional e abusa dos tons eletrônicos para dar uma cor nova à grudenta ‘Better thing’, do Passion Pit. A segunda também tem um clipe bom de se ver e um rap nada hermético, que você até pode apresentar pros seus pais, se quiser.

Aproveita. E pra ler mais algumas barbaridades infundadas sobre o tema e ouvir um pouco de música boa, clica aqui embaixo.

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Radiohead já trabalha em novo álbum

Posted in álbum by Guilherme Sorgine on 14 setembro, 2008

Não, eu não acho Radiohead a melhor banda do mundo. Isto posto, vamos ao factual.

Em entrevista a um programa da BBC, Ed O’Brien revelou que a banda já faz planos para começar a trabalhar no sucessor de seu último álbum, “In Rainbows”, após encerrar a atual turnê (que, dizem as línguas de sempre, passará pelo Brasil no início do ano que vem).

Segundo o guitarrista, uma parte do material já foi escrito, durante o recente intervalo pós-tour americana da banda.

“Nós ainda estamos conversando sobre gravar algumas coisas, e estamos muito excitados com isso. Nós escrevemos algum material durante um intervalo de turnê, e queremos continuar trabalhando nisso, pois estava brilhante.”

Modesto, o Ed.

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Vídeo: Radiohead tocando Neil Young em LA

Posted in música by Guilherme Sorgine on 28 agosto, 2008

Radiohead tocando Neil Young no Hollywood Bowl, em LA. A música? Tell Me Why. Tirem suas próprias conclusões.

Radiohead e Last Shadow Puppets indicados ao Mercury Prize

Posted in prêmio by Bruno Boghossian on 22 julho, 2008

Os veteranos do Radiohead e o disco de estréia do Last Shadow Puppets estão entre os 12 indicados ao Mercury Prize – um dos prêmios mais importantes da música britânica. Todos os anos, o evento escolhe o melhor álbum lançado no Reino Unido no último ano. Entre outros nomes da lista estão a sensação soul Adele, a banda indie British Sea Power e o vocalista do Led Zeppelin, Robert Plant.

Esta é a quarta indicação da banda liderada por Thom Yorke, que nunca venceu o prêmio. Em 1997, o Radiohead foi finalista com o cultuado “OK Computer”, mas perdeu para o disco de drum and bass “New Forms”, de Roni Size e Reprazent.

Para Alex Turner, vocalista do Arctic Monkeys e do Last Shadow Puppets, essa é a terceira indicação seguida ao Mercury. Em 2006, o cantor e guitarrista venceu com “Whatever People Say I Am, That’s What I’m Not”, primeiro disco dos Monkeys.

No ano passado, o disco premiado foi “Myths of The Near Future”, do Klaxons. O vencedor da edição deste ano será anunciado no dia 9 de setembro, em Londres.

Mercury Prize 2008
Adele – “19”
British Sea Power – “Do You Like Rock Music?”
Burial – “Untrue”
Elbow – “The Seldom Seen Kid”
Estelle – “Shine”
The Last Shadow Puppets – “The Age Of The Understatement”
Laura Marling – “Alas I Cannot Swim”
Neon Neon – “Stainless Style”
Portico Quartet – “Knee-Deep In The North Sea”
Robert Plant and Alison Krauss – “Raising Sand”
Radiohead – “In Rainbows”
Rachel Unthank And The Winterset – “The Bairns”

Radiohead lança clipe feito com lasers (sem câmeras!)

Posted in álbum, videoclipe by Felipe Leal on 11 julho, 2008

Depois de afrontar a indústria fonográfica e vender os discos do In Rainbows na internet e gravar os próprios clipes, com câmeras na cabeça de cada membro da banda, o Radiohead surpreendeu novamente. Dessa vez, o grupo lançou o clipe de “House Of Cards”, seu novo single, criado inteiramente por lasers, sem o uso de uma câmera filmadora sequer.

No clipe, performances do vocalista Thom Yorke, atores e figurantes, foram capturadas com luzes especiais e lasers (das empresas Geometric Informatics e Velodyne Lidar) para registrar movimento. Mas como diabos funciona isso?

É difícil explicar, mas é mais ou menos assim: Primeiro o sistema de scanner da Geometric Informatics utiliza luzes especiais para capturar imagens detalhadas em 3D a uma proximidade próxima, “congelando” a performance de Thom Yorke e dos outros participantes do clipe. Depois, o sistema Velodyne Lidar utiliza múltiplos lasers para capturar ambientes em 3D, com 64 lasers rotatórios que atiram em 360 graus, 900 vezes por minuto, capturando todas as “cenas” exteriores.

Assim como em “Nude”, em que o grupo disponibilizou pedaços da música para que os fãs pudessem criá-la e recriá-la, as imagens de “House Of Cards” e o processo de realização também serão dividido com o público, que poderá fazer seus próprios clipes e depois compartilhá-los com a banda. Yorke explicou que “sempre gostou da idéia de usar tecnologia de uma forma inusitada, o desafio de fazer o máximo possível com ela”, quando questionado sobre a idéia da banda de não utilizar câmeras tradicionais.

“Eu gostei da idéia de fazer um vídeo com seres humanos, vida real e tempo sem utilizar quaisquer câmeras, somente lasers, apenas pontos matemáticos – e como estranhamente emocionante acabou ficando o resultado final”, disse o vocalista, adiantando que o clipe dirigido por James Frost ainda não tem data para sair. Como dica, aconselho vocês a passarem no Dead Air Space, site do Radiohead, e conferir mais algumas imagens.

OUVIMOS: Cansei de Ser Sexy – “Donkey”

Posted in música by Felipe Leal on 7 julho, 2008

O Subsom teve acesso ao novo disco da originalmente paulista e mais cosmopolita do que nunca Cansei de Ser Sexy. Com o inusitado nome de “Donkey” (burro em português), o disco tem 11 faixas e parece ser bem melhor que o primeiro trabalho da banda, “CSS”, de 2005. Foi com ele que o grupo ganhou projeção, hype internacional e hoje é headliner de grandes festivais em países como Espanha e Inglaterra.

Durante a semana, vários blogs e sites internacionais divulgaram que o CD havia vazado, mas o material não passava de gravações com os 30 primeiros segundos de cada faixa, em loops. Os apressados acabaram se frustrando.

Pois bem, o album verdadeiro saiu e a banda, que tinha um nome engraçadinho, com uma vocalista simpática e letras inusitadas, cresceu. A escolha pela Subpop já mostrava as pretenções das meninas e de Adriano Cintra, baterista, produtor do novo album e cérebro do grupo. A mão de Spike Stente, responsável por trabalhos de Massive Attack, Madonna, Gwen Stefani e Björk, também é visível.

O disco está com um acabamento profissional. E que em nada lembra o antigo, da Trama, selo que apostou e deu espaço para o Cansei. Em uma conversa que tive com João Marcelo Bôscoli, presidente da Trama, há dois anos atrás, ele comemorava, com entusiasmo, o sucesso ascendente do grupo. Fato é que sem ele, o grupo provavelmente não teria chegado tão longe.

Com uma horda de fãs que só faz crescer, o Cansei de Ser Sexy logrou superar a maldição do segundo disco e apresentar algo diferente até mesmo para os padrões internacionais. Reciclaram o Stereototal e ganharam com o carisma do grupo e principalmente da vocalista Lovefoxxx, que até capa da revista Vogue já conseguiu ser. A amplitude do projeto ficou tão grande que conseguir uma entrevista se torna uma verdadeira batalha de e-mails e telefonemas. A agenda de shows, que está lotada e olha cada vez menos para o Brasil, ficou a cargo da mesma equipe de management do Bloc Party.

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Radiohead disponibiliza faixas ao vivo

Posted in álbum by Guilherme Sorgine on 25 junho, 2008

Nem dá mais pra dizer que é surpresa. Depois de lançar seu último álbum, “In Rainbows”, inteiro na rede, o Radiohead disponibilizou agora, via Itunes, uma apresentação ao vivo com músicas do trabalho novo.

O show, realizado em Londres, foi gravado pelo produtor Nigel Godrich, responsável por quase todos os discos da banda.

Entre as dez faixas do novo álbum, só duas (“Bangers & Mash” e “Go Slowly”) não entraram em “In Rainbows”, embora tenham sido gravadas nas sessões do álbum. Curiosamente, o primeiro single do disco, “Jigsaw Falling into Place”, terminou ficando de fora.

O setlist é esse:

‘Bodysnatchers’
‘House of Cards’
‘Nude’
‘Weird Fishes/Arpeggi’
’15 Step’
‘Reckoner’
‘Go Slowly’
‘Videotape’
‘Bangers & Mash’
‘All I Need’

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